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Introdução Alimentar

Por Nutricionista Fabiana Salgado | CRN9 22950

Até o 6° mês de vida, o único alimento do bebê deve ser o leite materno ou, quando ele não é possível, uma fórmula infantil. Por volta dos 6 meses de idade toda criança deve iniciar a alimentação complementar, que tem esse nome exatamente por ser um complemento ao aleitamento materno ou às fórmulas infantis.

O início da alimentação costuma causar um certo desconforto na família, pois as informações são tantas que acabam gerando mais dúvidas do que soluções. Isso acontece pois as informações são genéricas, enquanto cada caso é um caso, e a introdução alimentar deve ser planejada de forma individual, levando em conta a realidade da criança e da família.

Uma introdução alimentar bem feita é um presente para toda a vida, pois é a partir dela que se começa a educar o paladar, as preferências alimentares, os horários e as sensações de fome e saciedade.

Nas consultas com o pediatra abordam-se muitos temas. Vacinas, leite, desenvolvimento, medicamentos, intestino, sono… A alimentação é mais um desses temas e o pediatra está preparado para orientar os procedimentos para que a alimentação complementar se inicie. Mas há muito mais dúvidas e possibilidades do que as que cabem em uma consulta de rotina com ele.

A consulta com a nutricionista para orientação da introdução de alimentos deixa a família completamente segura quanto à escolha do método a ser seguido e alimentos a serem oferecidos, da higiene ao preparo e conservação. Dicas para a rotina diária sobre congelamento e armazenamento tornam tudo mais leve e prazeroso, elevando as chances de sucesso.

Ué nutri… Mas existe mais de um método de introdução alimentar? Não é só dar fruta amassada e papinha?

Existem diferentes métodos sim! A mais antiga abordagem nem é mais utilizada: os alimentos eram cozidos todos juntos e liquidificados. O abandono deste método justifica-se por inúmeras razões, sendo a principal delas que, apesar de nutrir a criança, ele não educava o seu paladar. É improvável reconhecer um alimento misturado com tantos outros, não é mesmo? Como gostar do que nem se conhece?

Hoje em dia, após tantos avanços nas ciências nutricionais, escolhemos basicamente entre a abordagem Responsiva e o BLW (sigla em inglês para Desmame Guiado pelo Bebê) ou BLISS (uma versão mais elaborada do BLW). Na responsiva, o cuidador é parte ativa junto à criança. Usam-se papinhas e alimentos inteiros, mas com uma grande diferença de antigamente – o foco está na educação alimentar, havendo interação e grande respeito à criança. No BLW ou BLISS, o cuidador é passivo e a criança guia todo o processo, aprendendo com liberdade e educando o seu paladar. Aos responsáveis restringe-se o dever de disponibilizar os alimentos ao alcance da criança de forma segura.

Apostar em uma orientação profissional da nutricionista antes dos 6 meses pode fazer toda a diferença para sempre.

Na Clínica da Criança e do Adolescente o consultório de nutrição conta com o cadeirão de alimentação, onde são feitos testes e demonstrações do preparo da criança para alimentar-se, deixando a família super segura para seguir em frente.

As orientações são individualizadas, respeitando a rotina familiar e conduzindo a criança para que participe das refeições à mesa com alegria e naturalidade. Sem estresses!

E mais! Por várias semanas após a consulta inicial, os responsáveis pela criança podem trocar mensagens, fotos e vídeos pelo WhatsApp com a nutricionista, assegurando-se de que está tudo correndo bem. Nada como caminhar amparado por um profissional, não é mesmo?

Agende sua consulta nutricional na Clínica da Criança e do Adolescente. Estamos esperando você.